O MONGE QUE VENDEU O SEU FERRARI

Encontrei-o por acaso no Mercado do Livro das lojas Continente, a um preço razoável, com 30% de desconto. Como não estava a ler nenhum livro e já andava para o comprar há algum tempo, peguei e trouxe-o para casa. Partilhei nos stories do instagram e recebi imensas sms, muitas delas de pessoas que já tinham lido e que adoraram! Por essa razão escrevo este post.

Este titulo foi o primeiro livro lançado do autor Robin Sharma em 1997, um dos maiores autores de gestão de desenvolvimento pessoal dos Estados Unidos da América com uma forma muito particular de escrever, ele conta uma história que nos faz reflectir e muitas vezes identificar. Não fui céptica, muito pelo contrário ganhei expectativas (talvez a mais). Isto porque já tinha lido um outro livro, O Santo, o Surfista e a Executiva, do mesmo autor. Foi um livro marcante para mim, muito open mind, de tal forma que me fez alterar várias coisas no meu interior, nas minhas atitudes, na forma de ver e me ajustar neste mundo.

Já o Monge que Vendeu o seu Ferrari  não teve o mesmo efeito, foi mais um “volta a meter os pezinhos na terra e dá prioridade ao que realmente tem”, isto é, fez relembrar-me de certas coisas e prioridades na vida, que com a correria desta nos fazem perder o foco, deixar de dar a importância devida, etc.

É sem dúvida um livro que vale a pena ler, mas fico com a ideia que o mais importante é o timing da nossa vida em que o lemos. Talvez se o tivesse lido há uns anos atrás tivesse mais efeito sobre mim, talvez se não tivesse lido o titulo anterior também tivesse feito mais diferença.

Fala-nos da felicidade que qualquer pessoa pode atingir, do que é necessário para a atingir e como. No final de contas é algo simples e básico, nós apenas andamos perdidos e o livro ajuda-nos a pensar e achar o caminho.

O livro trás-nos 6 ensinamentos base que devemos colocar em prática:

  • Cuida da tua mente como se fosse um jardim;

Devemos optar por pensamentos positivos que geram atitudes positivas, devemos banir o negativismo da nossa vida.

  • Define objectivos;

Se tivermos pequenos objectivos e nos focarmos neles é mais fácil de alcança-los.

  • Mantém a chávena vazia;

Manter a mente aberta e sem limites, não nos devemos limitar e há sempre coisas novas para aprender, a aprendizagem é infinita. Enfrentar os nossos medos.

  • Gere o seu tempo;

Não há de facto nada mais importante que o nosso tempo, que passa a correr sem darmos por ele, temos que saber geri-lo de forma a aproveitar ao máximo e de nos satisfazer. Saber as nossas prioridades e usar o tempo com o que é urgente e indispensável, não perder tempo com o que não nos satisfaz.

  • Serve os outros altruisticamente;

O ajudar o próximo é uma forma de nos ajudar-nos a nós próprios, quando servimos os outros sentimo-nos felizes e em harmonia com o mundo.

  • Vive o presente.

Há uma frase importante: “ Aprecia a viagem e vive cada dia como se fosse o último”, o que esta frase transmite é que não podemos viver o passado que nada poderemos mudar, nem viver o presente que não sabemos como irá ser. Temos que viver o presente e aproveita-lo ao máximo, porque na realidade estamos sempre com a cabeça ou no passado ou no futuro, acabando por não aproveitar o agora. O futuro faz-se no presente.

Não vos quero falar muito mais do livro porque não quero contar toda a história. O livro é uma descoberta pessoal que terão que fazer por vocês mesmos.

Aconselho a lerem, mas leiam também O Santo, o Surfista e a Executiva. Tenho a certeza que vão gostar!!

Beijos, Seni.

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